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Fundo do poço: como repensar sua zona de conforto

Sabe aquele momento na vida em que você se sente no fundo do poço? Quando a sensação é que não dá para descer mais do que aquilo? Quando  parece que tudo o que poderia piorar ou complicar já aconteceu? Com certeza ou você já passou por isso ou conhece quem tenha passado.

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Agora, leia esta frase:

A verdade é que os nossos melhores momentos são mais propensos a acontecer quando estamos nos sentindo profundamente mal, infelizes ou insatisfeitos. Pois é só nesses momentos, gerados pelo nosso desconforto, que temos a iniciativa de sair de nosso estado e começar a procurar meios diferentes ou respostas mais verdadeiras.(Scott Peck)

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Scott Peck fala que “nos momentos gerados pelo desconforto é que temos a iniciativa de sair de nosso estado”. E que estado é esse? Ele está falando de quando estamos na chamada zona de conforto. Zona de conforto é aquela situação em sua vida que você não mexe, não muda, porque está acostumado com ela. E, veja bem, estar acostumado não significa que está bom. Só significa que você tende a não se mexer e nem buscar qualquer outro caminho que demande crescimento pessoal ou mudança. No popular, são aquelas frases que escutamos diariamente: “está ruim, mas está bom”; “ruim com ele, pior sem ele”; ou “estou na merda, mas está quentinho!”

 

Uma história sobre zona de conforto

Certa vez, num posto de gasolina, havia um cachorro deitado, ganindo muito. O animal chorava sem parar. Um cliente que estava abastecendo o automóvel, condoído da situação, perguntou para o frentista:

-“O que houve com o coitado desse cachorro, por que ele está chorando desse jeito?”

O frentista respondeu:

-“É porque ele está deitado em cima de um prego”.

O cliente, espantado, falou:

-“E por que ele não sai dali?”

-“Porque não está doendo tanto assim” – respondeu o frentista.

 

Acostumado com o fundo do poço

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Horroroso, não é mesmo? Mas fazemos isto o tempo todo. Quer ver?

– estou sem dinheiro (ou sem emprego), ou cortaram a luz, a água, o telefone… Reclamo muito, mas não procuro alternativas para isto (fazer marmita, vender cosmético por catálogo ser babá, faxinar, cuidar de um idoso, dar aula particular…)

– meu filho(a) é um(a) folgado(a), malcriado (a), mas eu continuo lavando sua roupa e ouvindo desaforos dele(a) sem lhe chamar a atenção;

– o relacionamento amoroso ou de trabalho me deixa infeliz, mas não saio dele de jeito nenhum.

Parece absurdo o que vou falar, mas acho que se você estiver em alguma situação destas e ainda não se mexeu, é porque precisa piorar mais um pouco! Tem que descer mais uns metros para tocar o fundo do poço com seus pés. E estou falando para o seu bem, acredite.

Quando você chegar no fundo do poço e seu pé tocar aquela lama velha e pastosa, malcheirosa; olhar para cima e ver uma réstia de luz entrando pelo buraco do poço, mal iluminando o lugar aonde você se meteu; sentir insetos tocando tua pele, sem distinguir que raios de bicho é… ah! Tenho certeza de que você irá escalar este poço. Sem se importar se vai deixar as unhas no caminho.

Quando você chega lá no fundo é que reúne as forças necessárias para reagir e sair da situação. Ou você reage, ou vai morrer naquele buraco mal iluminado, cheio de bichos e de lama fedorenta. Quando você está lá embaixo tem tempo para se perguntar como foi parar num lugar desses. Que decisões tomou ou deixou de tomar para chegar nesta situação desagradável. E aí talvez você queira – ou não – tomar alguma atitude ou decisão para sair de sua zona de conforto.

A porta negra

Conta uma história antiga, chamada “A Porta Negra”, que numa época de grandes batalhas existiu um Comandante a quem incumbiam de executar os prisioneiros de guerra. Este Comandante, mesmo não gostando da incumbência, não discutia as ordens recebidas de seus superiores. Porém, como era uma pessoa de natureza generosa resolveu que sempre daria uma última chance para os prisioneiros de guerra que deveriam ser executados sob suas ordens.

A chance que ele dava a cada um deles era o direito de escolher. Ele falava:

“Meu amigo, você tem duas escolhas: a primeira é enfrentar o pelotão de fuzilamento. A segunda escolha é atravessar aquela Porta Negra.”

Cada vez que pronunciava aquela proposta, acompanhava a reação dos prisioneiros e acatava a decisão da maioria deles com pesar. Certo dia comentou a um soldado que o acompanhava:

– “é incrível, soldado, como funciona a alma humana. Estes prisioneiros preferem a certeza do pelotão de fuzilamento do que enfrentarem passar pela Porta Negra.”

O soldado olhou para o comandante e perguntou:

– “Posso perguntar ao meu Comandante o que existe atrás desta famigerada Porta Negra?”

Ao que o Comandante respondeu:

– “atrás desta Porta Negra existe a Liberdade, meu caro soldado. E foram poucos os homens que tiveram a coragem de se decidir por ela.”

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As Portas Negras no nosso dia a dia

Esta história ilustra muitíssimo bem o que acontece conosco quando estamos acomodados numa situação ruim. é o que ocorre quando estamos arraigados em nossa zona de conforto, ou caindo em direção ao fundo do poço sem esboçar reação. Muitas vezes não conseguimos superar o medo que temos do desconhecido, ou de passar vergonha, humilhação. Ou o medo de sermos finalmente responsáveis por nossas escolhas. Preferimos o “pelotão de fuzilamento” diário, em casa, no emprego, numa situação que nos desmerece, a passarmos pelas Portas Negras à nossa frente. Se quiser ler mais sobre a importância das escolhas, clique aqui.

Quer exemplos? É aquele cara que não levanta do sofá para comprar um jornal e procurar os classificados, ou ver se em seu bairro existe algum lugar aonde possa trabalhar. É o outro que prefere ficar no papel de progenitor bonzinho e não coloca limites nos filhos. É ainda outro(a), que prefere manter o emprego ou a relação amorosa aonde é desrespeitado(a), destratado (a), a perder o salário miserável ou a comida no prato.

Scott Peck falou que “os nossos melhores momentos são mais propensos a acontecer quando estamos nos sentindo profundamente mal, infelizes ou insatisfeitos.” É nestes momento que começamos a “procurar meios diferentes ou respostas mais verdadeiras.” Isto equivale à estar diante da Porta Negra, e decidir dar o passo adiante e finalmente cruzá-la, rumo a uma situação nova e desconhecida.

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A escolha: fundo do poço ou a luz do dia

Quando revisitamos a determinada situação em que estamos, percebemos o que houve de errado, o que fizemos ou o que não fizemos. Podemos “subir as paredes deste poço” conscientes do que precisamos ou não fazer para não voltarmos mais para o fundo. Quando estamos numa situação limite, podemos optar pela Porta Negra que se coloca a nossa frente. Um futuro desconhecido, movido à liberdade de escolha e senso de amor-próprio.

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Quantas Portas Negras existem neste momento à sua frente? Você já tocou a lama no fundo do poço? Não tenha medo de abrir as portas ou de escalar de volta para a luz do túnel. Esta é a hora de você promover uma grande mudança em sua vida. Confie em você e siga adiante!

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Marcia Luz
Psicóloga, pos-graduada em Administração de Recursos Humanos, especializada em Gestal-terapia e mestre em Engenharia de Produção. Professora de Pós-graduação e palestrante. Autora dos livros: Lições Que a Vida ensina e a Arte encena, Outras Lições Que a Vida Ensina e a Arte encena , Construindo um Futuro de Sucesso e O Best Seller Agora é Pra Valer. Coach Executiva e Pessoal formada pelo ICI ( Integrated Coaching Institute), com curso certificado pelo ICF ( International Coaching afederation). Sócia-Presidente da Plenitude Soluções Empresariais Ltda. Idealizadora do CONADE - Congresso Nacinal de Autodesenvolvimento - Totalmente online, que reune os Gigantes do desenvolvimento humano no Brasil; Atingindo mais de 22.000 participantes em sua primeira versão (2014).

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