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Ou você aprende ou as lições se repetem

Ou você aprende ou as lições se repetem

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Ou você aprende ou as lições se repetem

Você já disse aquela frase: “isto sempre acontece comigo? ” Imagino que sim. Chega a ser irritante quando vemos o mesmo filme passando na nossa frente. E pode ser qualquer coisa. Você pode por exemplo dizer assim: “eu sempre tropeço na calçada”; “sempre derramo molho na camisa”; “sempre me dá branco nas apresentações que faço na empresa para meus pares”; “sempre termino meu relacionamento sendo traído(a)”; “sempre sou feito de bobo pelos meus amigos”… e assim por diante.

Seja na esfera pessoal, amorosa, familiar ou profissional, constantemente há fatos que se repetem, e na grande maioria das vezes aceitamos isto como se fosse parte da nossa sina, maldição da fada madrinha ou um fato que não pode ser modificado por fazer parte da nossa natureza. Alguns destes acontecimentos acabam virando piada na família ou na roda de amigos, de tão corriqueiro.

Eu por exemplo tinha a tendência de levar tombos, nos momentos mais inadequados possíveis, normalmente em sala de aula, quando estava ministrando algum treinamento, ou até em palestra, descendo do palco. Existe mico pior que esse?

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Talvez você já tenha se perguntado qual o motivo destas coisas acontecerem repetidamente, mas não chegou a nenhuma resposta. Pois hoje quero te ajudar a descobrir não só a resposta, mas também a maneira de quebrar este ciclo!

 

A lição que não se aprende precisa ser repetida

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Não fique bravo comigo, mas tenho que te dizer que se fatos desagradáveis andam se repetindo em sua vida é porque você precisa aprender alguma coisa com eles. Não vou aqui falar de nada transcendental, nem de carma. Quero comentar sobre o aspecto prático deste processo.

Vou começar citando os exemplos que dei lá em cima, para facilitar um pouco a nossa vida.

– Caso 1: Tinha uma amiga que realmente sempre tropeçava na calçada. Sabe como é? Tropeça e sai voando, braços abertos, tentando não cair de cara? Pois era ela. Ninguém entendia como conseguia a façanha de tropeçar em todo galho, paralelepípedo ou calçada levantada.  Acontece que ela realmente falava sem parar, e não olhava por onde andava. Um belo dia uma de suas colegas reparou nisso e fez uma observação a ela. Nossa amiga de início se irritou, mas começou a ser mais atenta por onde andava. Confesso que ela continuou a falar pelos cotovelos, mas nunca mais caiu! A lição que ela tinha que aprender era estar atenta.

Caso 2: Este foi de uma aluna de um de meus cursos presenciais. Veio me procurar após um treinamento dizendo que não conseguia fazer as apresentações de projetos aos seus pares, pois sempre “travava” no meio da fala, ou dava branco, ou ainda gaguejava. Disse que isto a impedia de crescer profissionalmente, que ficava atemorizada quando era solicitada a fazer uma apresentação. Conversando com ela percebi que sempre fora retraída e tinha medo de se expor. Perguntei também como se preparava para as apresentações. Ela disse que como sabia o assunto, costumava ler e repassar o que seria apresentado uma vez. Mas que a confiança e a memória iam embora, por mais que sempre se preparasse. Pedi então que ela mudasse sua forma de se preparar, falando tudo para o espelho várias vezes, primeiro lendo e depois tentando improvisar. Até sentir-se segura. Ela fez isso, e depois me enviou um e-mail agradecendo. O motivo para dar certo? Ela estava ainda com medo, mas a sua confiança e segurança por estar bem preparada foram maiores do que o medo! Ela não havia se preparado convenientemente antes e esta era a lição a ser aprendida.

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Caso 3: Este é de um aluno meu. Jovem, na casa dos 30 anos, empresário e bem-apessoado, não conseguia entender como seus relacionamentos sempre acabavam de forma trágica para ele. Sempre “tomava o fora” da namorada ou descobria que era traído. Contou que desde seus primeiros relacionamentos era assim. Ele sempre se apaixonava pela garota, fazia tudo o que ela queria, depois de um ano ou um pouco mais ouvia que ela queria terminar e que ele só servia de “homem-objeto”. Isso quando não descobria que havia sido traído antes. Aprofundando o que significava “tudo o que elas queriam”, descobri que este rapaz simplesmente não se respeitava! Sim, mulheres, vocês pensam que somos só nós que fazemos papel de bobas? Não mesmo! Ele não sabia dizer não para suas namoradas. A falta de amor-próprio que ele transmitia com estas atitudes as levavam a taxá-lo de “homem-objeto” e abandoná-lo quando não tinha mais graça, como um brinquedo do qual uma criança se cansa. Conversamos e mostrei a ele que mesmo sendo um “cavalheiro” ele deveria saber impor seus limites e vontades. Hoje este aluno está feliz e com uma companheira que o respeita. A lição que ele tinha que aprender era respeitar a si mesmo.

Caso 4: os meus tombos! Diferentemente de minha amiga, meus tombos ocorriam em situações muito específicas, quando eu estava insegura ao ministrar um treinamento ou palestra, sentindo-me literalmente sem chão. Eu perdia o centro emocional e daí para perder o centro físico era só um passinho. Quando percebi este padrão passei a procurar respirar fundo e me centrar quando estava insegura e de lá pra cá os tombos não voltaram a acontecer.

 

Com os casos acima dá para se ter uma ideia de que as situações que se repetem não são decorrentes de praga que foi rogada, coincidência ou destino. São fruto da repetição das mesmas atitudes frente a situações semelhantes, o que só pode resultar em resultados iguais. Portanto:

Para se alterar um resultado é preciso que se altere a ação!

 

Descobrindo o motivo de repetir sempre o mesmo erro

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Nosso cérebro é como um computador. O que aprendemos durante os primeiros anos de vida – seja dentro do meio familiar, na escola, no convívio religioso ou entre amigos- é o nosso primeiro “programa” ou “código de regras” de como se portar no mundo. Como estas informações são recebidas quando somos muito novos, não temos condições de avaliar se são boas ou más, se servem ou não servem para nós. Acreditamos que elas sejam uma “verdade absoluta” que rege o mundo, enquanto na realidade elas são “verdades relativas” que funcionam no nosso “mundo” ou círculo de relacionamento.

Um exemplo simples: se você perguntar o que significa “morte” para pessoas de formações religiosas diferentes, obterá respostas contrastantes entre si. Um ateu pode dizer que é o findar da vida no corpo e só. Um cristão pode dizer que é quando o corpo morre e a alma volta para o seio do Pai. Um adepto da doutrina reencarnacionista pode dizer que é o final de um ciclo de vida e que a alma irá recomeçar a viver no plano espiritual até voltar a reencarnar. Qual é certo, qual é errado? Neste caso não posso responder pois ainda não morri! Mas posso dizer que cada forma de interpretar este fato vem do que foi aprendido durante a infância e é a “verdade” pelo qual este indivíduo interpreta esta questão e afeta o modo como ele vive seu dia a dia.

O primeiro fator que você deve ter em mente é que há algumas “programações” que estão dificultando sua vida. De nada adianta reclamar da sua sina, das pessoas ao redor, das circunstâncias em que vive, estuda, trabalha, se relaciona. Se você quiser saber como reclamar pode te prejudicar, dê uma olhada neste texto. 

O segundo fato a se levar em consideração é que você pode reprogramar sua mente caso esteja realmente empenhado a mudar o roteiro do filme da sua vida!

 

Cansei de repetir lições, como faço para sair deste ciclo?

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Se você chegou até aqui neste artigo é porque está disposto a sair deste ciclo vicioso e pretende ingressar no que chamo de “ciclo virtuoso”. Você está cansado de repetir as lições e ficar de segunda época, e quer finalmente aprender com elas e passar para um novo nível.

Gostaria de propor um exercício a você.

1-Escreva numa folha uma situação que sempre se repete e te incomoda no âmbito emocional ou na vida prática, seja em relacionamentos, ou no trabalho. Já dei alguns exemplos no início do artigo, mas outros exemplos que posso citar são: perder sempre a hora para os compromissos; deixar cursos sempre pela metade; quebrar dietas; ser sempre motivo de piadas, bullying, desrespeito; ter sempre relacionamentos abusivos; sempre meter-se em dívidas…

2-Escreva todas as situações semelhantes que ocorreram. Para cada uma das vezes tente lembrar quais foram suas atitudes e ações. Ache pontos em comum, tente lembrar o que fez, o que pensou, do que reclamou.

3- Listados os pontos em comum, pergunte-se: aonde eu vi isto acontecer antes? Quem na minha casa/ família/ escola/ relacionamento me ensinou a ser assim? Se conseguir identificar alguém, quero que escreva:

“Eu sou (coloque seu nome), e mesmo respeitando e amando (coloque o nome da pessoa) tenho a capacidade de fazer (a sua lição em que vem falhando) de forma diferente e favorável ao meu crescimento pessoal, moral, emocional e espiritual. ”

Esta frase ficaria mais ou menos assim:

“Eu sou Roberto da Silva, e mesmo respeitando e amando meu pai, o Antônio da Silva, tenho a capacidade de fazer a escolha me relacionar com uma mulher que me respeite e também sou capaz de respeitá-la, de forma diferente e favorável ao meu crescimento pessoal, moral, emocional e espiritual”.

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Muitas vezes este reconhecimento de padrão pode gerar raiva e indignação consigo mesmo e com a pessoa que lhe serviu de padrão. Não caia no erro de culpar a si mesmo nem a ninguém. Se ignoramos um fato não podemos ser acusados pelos resultados. E também não podemos culpar a quem nos serviu de modelo, pois com quase toda certeza não teve a intenção de prejudicar você e não sabia fazer melhor do que aquilo. Caso precise perdoar e perdoar-se, este vídeo vai te ajudar.

4- Agora olhe novamente a lista de atitudes e ações que te levaram a repetir as lições ao longo dos anos. Para cada uma dessas atitudes e ações, escreva ao menos uma atitude diferente que você pode tomar a partir de hoje se uma situação semelhante aparecer.

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Um último exemplo: uma aluna minha percebeu que toda a vez que estava por assinar um contrato – fosse de trabalho, fosse de compra e venda de casa ou automóvel – ela sempre esperava que houvesse um contratempo. Invariavelmente esquecia de levar algum documento da lista que já havia checado mil vezes, ou errava a hora de assinar o contrato. Enfim, os dias que precediam a conclusão de um negócio eram sempre um pesadelo, mesmo que depois rendesse uma boa história. Fazendo este exercício lembrou-se que sua avó dizia que “as coisas nunca podiam acontecer sem dar algum problema, senão não haveria história para contar depois. ” Quando ela se deu conta desta “programação” ficou espantada e revoltada também. Primeiro teve obrigatoriamente que perdoar-se. Depois criou uma lista do que poderia mudar na próxima vez, como por exemplo: separar uma pasta com os documentos e o check list; confirmar alguns dias antes dia e horário de compromissos em cartório e bancos; verificar nos documentos se as datas e autenticações ainda eram válidas…. Contou-me que em sua última negociação, ao trocar seu apartamento, tudo correu tranquilamente, e ainda foi elogiada pelo advogado da imobiliária por sua organização!

Então lembre-se: lição dada, lição aprendida. Fique atento ao que te acontece e quais as reações que você tem para as situações à sua volta. Elas são a sua avaliação na escola da vida, e dirão se você está aprendendo as lições ou terá que repeti-las.

Espero ter ajudado. Se gostou deste artigo, compartilhe com quem você sabe que precisa. É minha missão auxiliar o maior número de pessoas, e isto só será possível com você me apoiando também! Gratidão!

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