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Empatia: O que Realmente é Se Colocar no Lugar do Outro

Gosto sempre de trazer dicas de filmes que trazem aprendizado. E hoje quero falar do filme “Se Eu Fosse Você”, com Glória Pires e Tony Ramos. Cinema é uma de minhas paixões, tanto que tenho dois livros, em parceria com meu amigo Douglas Peternella, falando exatamente sobre as lições que trazem os filmes. São “Lições que a Vida Ensina e a Arte Encena” e “Outras Lições que A Vida Ensina e a arte Encena.”

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Se eu Fosse você é uma comédia romântica, aonde acontecimentos inusitados trazem situações hilariantes de onde podemos tirar várias lições.

O par romântico, num determinado momento do casamento, tem preocupações  particulares do dia a dia. Estão num momento de crise, ao mesmo tempo em que desejam ter a vida um do outro. Ao desejarem estar no lugar do outro,  algo acontece, como se os anjos dissessem amém. Eles vão dormir e quando  acordam, percebem, desesperados, que haviam trocado de corpo!

Imagine que coisa estranha: você se olhar no espelho, esperando ver uma mulher e ver o corpo todo cabeludo do seu marido. Com certeza iria dizer: “essa não sou eu”. As situações hilariantes retratam exatamente este período em que tiveram que conviver com essa situação. Como a vida não podia parar, pois eles tinham emprego e tinham que dar conta de todas as obrigações, precisaram viver a vida do outro. Para piorar, por mais que eles tentassem contar para quem estava em volta, ninguém acreditaria nisso!  E como eles conseguiram dar conta do recado e se colocar no lugar do outro?

 

Um exercício de empatia

Este filme é muito interessante porque ele nos mostra o exercício da empatia, ou seja, de se colocar no lugar do outro. Aquele marido que tinha total falta de atenção para com a esposa, de repente vê as dores de ser mulher e as dificuldades da vida dela.  Aquela esposa que andava meio desligada com o marido e não dando a atenção necessária a ele, é obrigada a estar em sua pele. Antes ela não se preocupava com as pressões do trabalho que ele sofria. Depois, se vê dentro do escritório dele, tendo que lidar com os clientes e achar saída para os problemas que apareciam.

 

Pare para escutar o outro

As situações do filme nos fazem rir, mas devo confessar: acho que rimos é de nervoso! Quantas vezes não desconsideramos as preocupações que as pessoas nos trazem? Olhamos aquilo de fora da situação, e não damos importância, não conseguimos se colocar no lugar do outro.

Por outro lado, quantas vezes nos sentimos falando com as paredes, ao relatarmos alguma preocupação nossa? Ficamos chateados, pois percebemos que o nosso interlocutor não está nem um pouco preocupado com o que passamos. Nos sentimos muito mal, não é verdade? Mas, será que nós próprios conseguimos se colocar no lugar do outro?

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Ver o mundo por outra ótica

O exercício da empatia mostra o quanto é importante a gente se colocar no lugar do outro. Este exercício fica muito claro através do filme, que rendeu uma bela bilheteria. As situações são corriqueiras, mas vistas dentro de um contexto fantástico, o que potencializa nossa percepção de como agimos com nossos pares. Por isto sugiro que assista.

Veja o mundo com os olhos do seu interlocutor

Como é enxergar o mundo sob outra ótica? O que será que eu não estou vendo, preso na minha visão de mundo? Será que eu ajo como os personagens? E se eu ajo assim, como eu poderia mudar?

Como seria ver o mundo através do ponto de vista de minha esposa, do meu marido, da minha mãe, dos meus filhos, do meu chefe? Será que enxergaria coisas diferentes, ou até mesmo saídas e possibilidades que não enxergo hoje?

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Treinando a empatia para se colocar no lugar do outro

Para treinarmos a empatia, não precisamos trocar de corpo com as pessoas. Como eu disse, o filme foi feito de forma a aumentar nossa percepção do mundo em que vivemos, sem nos importarmos com a dor do outro, a vida do outro.

Mas, e se eu treinar escutar o que a pessoa me traz? Não somente ouvir por cima, balançar a cabeça e fazer “huhum”, “nossa”, ah, tá”. Digo escutar mesmo. Parar o que está fazendo, perceber como a pessoa está falando, que expressões estão em seu rosto, se ela parece cansada, irritada, feliz…Enfim, realmente se colocar no lugar do outro.

E se conseguir dialogar com esta pessoa? Questionar alguma coisa a partir da fala dela, dar alguma ideia, sugestão ou elogio; apoiar sua conduta ou mostrar aonde ela poderia melhorar ali… não seria fantástico?

Preste atenção no outro e tente ajudá-lo

Se estiver conversando com seu cônjuge ou companheiro, pare o que está fazendo. Olhe nos olhos, e reconheça a pessoa que elegeu para estar ao seu lado. Escute, dialogue, abrace. Saiba o que ele faz no dia a dia e participe disto.

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Se for com um de seus filhos, sobrinhos, sente-se na altura deles. Deixe que eles se expressem e não interrompa. Depois coloque-se de maneira simples, para que entendam. Mostre-lhes que mesmo mais novos, tem autonomia para resolverem muitos problemas, mas que podem contar com você para ajudar a pensarem juntos.

 

Empatia, sim. Fazer pelo outro, não

O filme mostra o casal tendo que aprender a ter empatia pelos problemas do outro realmente na pele dele. No filme, eles realmente precisam realizar para o outro a tarefa deles, por estarem no corpo alheio.

No nosso dia a dia, porém, devemos escutar, olhar e entender o outro, mas não podemos assumir para nós as responsabilidade alheias, entendido? É preciso se colocar no lugar do outro, mas não fazer pelo outro. Se seu filho está com dificuldades na escola, você pode ajudá-lo a estudar, buscar talvez orientação com a coordenação sobre como explicar determinada matéria. Isto é benéfico para ele. Mas não pode, por exemplo, fazer o trabalho de casa, a pesquisa ou a redação dele.  Aí não é empatia. É muleta!

Não tome as responsabilidades do outro para si

Da mesma forma, podemos ajudar as pessoas à nossa volta – cônjuge, irmãos, colegas de trabalho ou amigos – mas não podemos sair por aí pagando dívida alheia, arrumando a casa do outro, fazendo o trabalho do outro. Novamente, isto ultrapassa a empatia.

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Empatia é compreender e mostrar que está ao lado da pessoa. Tomar as obrigações do outro para si é errado por dois motivos:

-tira do outro as rédeas da própria vida, acostumando mal a pessoa.

-ocupa a sua vida com assunto alheio, enquanto você perde sua energia para seus próprios assuntos.

Portanto, compreenda, apoie, mostre caminhos. Tenha empatia, exercite se colocar no lugar do outro. Mas não assuma a responsabilidade dos outros. Cuide de sua vida e de seus assuntos, e deixe que cada um cuide do próprio, para que todos possam se autodesenvolver.

 

E se eu fosse você?

Assista o filme “Se eu Fosse Você”. Se quiser ter uma reflexão divertida com a família, que tal depois de verem o filme, fazerem uma brincadeira de troca de papéis?

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Cada um descreveria sua rotina diária, enquanto os outros escutariam com atenção. Ao final da descrição, um dos ouvintes começaria a brincadeira de empatia dizendo:

“se eu fosse você, faria o meu dia assim:…”

E repetiria tudo o que o outro falou que faz e sente, mas colocando observações sobre algo que mudaria, na atitude, numa decisão, num modo de ver situações.

Todos fariam isto, e depois seria a vez da(s) outra(s) pessoas contar(em) a rotina diária, e os ouvintes falarem “Se eu fosse você, faria meu dia assim…”

Espero que esta dica possa ter ajudado você. Assista o filme com a família, faça a brincadeira acima e depois conte aqui no blog como foi a experiência.

Assista agora ao vídeo que fiz sobre o assunto.

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