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Porque decidi ser palestrante

Olá, meus leitores! Tudo bem com vocês? Hoje eu vim aqui compartilhar um pouquinho da minha trajetória de vida e matar uma curiosidade que muita gente tem a meu respeito. Afinal, por que eu decidi ser palestrante?

 

Eu costumo dizer que nós aprendemos muito quando observamos os erros e os acertos de pessoas que estão construindo uma trajetória. Muitas vezes, esses passos podem somar na nossa vida. Por isso, quero te contar como escolhi o meu caminho para você pensar e refletir sobre o que pode aproveitar para dar saltos na sua jornada.

Bom, eu sempre AMEI falar! Não é de agora não. Tanto, que falava muito sozinha quando era pequena. Eu era filha única, não tinha muitas crianças para brincar e então conversava sozinha o tempo todo. Isso, quando eu não pegava um batedor de carne, ou um esmagador de batata e ia para frente do espelho soltar a voz com cantorias e longas palestras.

Às vezes, me transformava em professora e pegava todas as minhas bonecas para assistirem às “aulas” que preparava. Eu devo ter por aí várias bonecas formadas com diplomas, de tanto que eu ensinei.

Eu aos 6 anos

Na verdade, eu dizia que queria ser professora. Então, no ensino médio, fui fazer o magistério até descobrir que, infelizmente, o professor é muito mal remunerado. A principal profissão, que possibilita todas as outras, não é valorizada da maneira que deveria.

Apesar disso, não quis abrir mão do meu sonho. Quando entrei na faculdade precisei ter meu primeiro emprego oficial, porque na verdade, desde os meus 15 anos já trabalhava, mas como estagiária. Fiz então o concurso para a Caixa Econômica Federal, só que ser bancária não era meu objetivo. E aí, descobri que lá havia uma vaga disponível na área de recursos humanos. Lutei por ela e consegui! Em seguida, abriu um novo concurso interno para ser instrutor da caixa. Pensei comigo: “Nossa, essa é a minha oportunidade de continuar ensinando e ainda de ser bem remunerada”.

Foi o que eu fiz! Entrei na formação da caixa que era dificílima. Passávamos por três etapas, e a última delas era em Brasília. Nessa, apenas 20% das pessoas que passavam por esse período eram aprovadas. Persisti e continuei, afinal, era apenas mais um esforço que teria que fazer.

Eu e meu filho Guilherme

 

Nessa época, meu filho mais velho, o único naquele tempo, estava com 10 meses de idade. E foi muito duro. Se você é mãe ou pai, e tem um bebê pequeno, sabe o quanto dói ter que se afastar dos filhos. Eu lembro que sábado pela manhã, quando tínhamos um intervalinho do curso, e íamos até um shopping de lá, eu chorava ao ver crianças pequenas passeando com os pais. Lembrava muito do meu filho. Só que eu sabia que estava investindo em algo muito maior. Algo que abriria portas tanto para mim, quanto para ele no futuro.

Eu segui adiante e fui aprovada no concurso. Comecei a dar treinamentos internos dando continuidade ao meu sonho.

Sempre tive uma meta na minha cabeça: “tudo aquilo que eu fizer, farei extremamente bem feito. De tal forma, que poderei ser referência no MUNDO”. E foi o que eu fiz como instrutora.

 

 

 

 

A partir daí, a fama do meu trabalho era tão boa que atravessou os muros da empresa. Um dia, o gerente da Celesc, que é a Central Elétrica de Santa Catarina, entrou em contato comigo dizendo: Marcia Luz, você pode mandar uma proposta de treinamento aqui?”. Quando ele disse aquilo eu falei: “Proposta de treinamento na Celesc?Como assim?Como você me achou?”. E ele respondeu: “É que um gerente nosso é casado com uma gerente da caixa, e ela fez o treinamento contigo e indicou fortemente você. Por isso, queremos o teu trabalho na nossa empresa”.

E aí eu disse: “Ok”. Simples assim.

Na época, não tinha nem ideia de como montar uma proposta comercial. Afinal, nunca precisei fazer isso. Só que não me deixei abalar.Mesmo assim, com incertezas, montei o material do jeitinho que foi solicitado e encaminhei para eles.

A aprovação veio e comecei a dar meu primeiro treinamento fora da Caixa Econômica Federal.

A partir daí, as oportunidades não pararam de aparecer. Várias empresas me chamaram para que eu também treinasse o pessoal delas. Chegou um momento que ficou difícil conciliar o meu emprego na Caixa com tudo que estava surgindo na minha vida como empreendedora.

Palestrar: uma nova etapa da minha vida

Eu percebi que estava na hora de pular para um novo ciclo. Pedi demissão e se você é funcionário público, sabe que não é fácil tomar a decisão do certo e estável pelo duvidoso. No entanto, eu tinha a clareza que queria ajudar mais pessoas e transformar mais vidas, e se eu ficasse estagnada naquele trabalho perderia uma grande oportunidade de realizar esse sonho que se tornou maior e que continua até hoje.

Se você me perguntar até quando eu quero fazer isso eu vou te dizer: até o último dia da minha vida. Porque eu tenho a certeza e a clareza de que desenvolver pessoas é a minha missão.

Costumo dizer que o meu propósito é lapidar diamantes. Você é um diamante, e cada vez que eu te ajudo estou lapidando e deixando aparecer todo brilho que já existe dentro de você. Já está tudo aí, mas  ás vezes é preciso um empurrãozinho pra deixar esse brilho surgir.

Talvez essa também seja a sua missão. Talvez não. Seja lá como for, é importante você ter clareza do que move o seu coração. É necessário ter em mente que muitas vezes é preciso muitos passos para isso, e tem gente que é imediatista e acaba não conseguindo porque quer tudo para ontem.

Veja, a minha caminhada como palestrante começou, quem sabe, quando eu tinha dois anos de idade. E isso já faz mais de 40 anos.. por aí. E eu sigo até hoje sabendo que estou muito mais longe do que quando eu iniciei.

A dica de hoje? Curta o caminho. Não deixe para celebrar apenas quando atingir a sua meta. Aprenda a saborear, dia após dia, a aventura de ser quem você é.

Você já sonhou em ser coach ou palestrante?

E então, gostou de ler sobre a minha história de vida? Se você, assim como eu, que gosta de se comunicar e se relacionar com as pessoas, sonha e acredita que possa vira coach  ou palestrante, continue me acompanhando pelas redes sociais.  A partir de HOJE, estou iniciando uma série de vídeos com dicas PODEROSAS para essa trajetória. Eu vou te pegar pelas mãos e ajudar você a conquistar esse objetivo.

No próximo vídeo, vou te contar o segredinho de porque eu amo segunda e sexta-feira assim como eu amo o sábado e domingo. Vou te ensinar como a gente faz para ter prazer no trabalho para que todo dia seja delicioso. Então, fica comigo e comenta o que achou da novidade.

Que me conhecer melhor? É só dar play no vídeo a seguir:

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Eu vou te mostrar que SUCESSO não é uma questão de sorte ou azar. A grande sacada do sucesso profissional e pessoal é que ele pode ser construído com o auxílio de uma metodologia específica, que atua sobre as crenças limitantes e os sabotadores, eliminando-os de vez. E isso vai te fazer saltar para novos patamares de resultados, atraindo prosperidade e realização para sua vida.

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